O objetivo é remover mais de 40 aeronaves que estão em custódia da justiça, já deterioradas pela falta de utilização, que ocupam áreas significativas dos aeroportos brasileiros. O problema de acúmulo de sucata aeronáutica se arrasta há mais de seis anos nos aeroportos de Congonhas, Guarulhos, Galeão, Recife, Confins, Salvador, Manaus, São Luís e Brasília.
A medida deve começar em março por Congonhas, onde estão nove aeronaves da extinta Vasp (que tem mais 20 espalhadas nos aeroportos citados) e 80 000 itens aeronáuticos que ocupam 170 000 m² da área do aeroporto.
Além da Vasp, o programa vai remover os aviões de outras companhias aéreas falidas, como a Transbrasil, Fly e Skymaster. Aeronaves apreendidas em processos criminais também devem ser retiradas em até seis meses.
O destino delas será o desmanche, custeado pela Infraero, para que os materiais compostos e carcaças utilizáveis possam ser alienados e leiloados. Segundo a ministra do Superior Tribunal de Justiça, Eliana Calmon, uma empresa estrangeira especializada em sucatas já demonstrou interesse pela peças.


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